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M. Rosa
Maristela Rosa,universitária,faço faculdade de Comunicação Social(serei uma jornalista com diploma,acreditem!!!) Tenho 19 anos e adoro escrever besteiras,coisas inúteis e agora quero dividir isso com o Mundo,não é ótimo???rsrsrs....Mas voltando a falar de mim:gosto de ler,escrever,ver filmes,ouvir e contar histórias,por isso conto com a ajuda e interesse de vocês para fazer desse Blog uma página divertida,interessante e diferenciada na Net.! Agradeço,desde já e Mão na massa! =)
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Aí vem o Chaves!

      "Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves! Todos atentos, olhando pra TV. Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves! Com uma historinha bem gostosa de se ver!". Quem não conhece esse musiquinha, que atire a primeira pedra! Chaves fez mesmo parte da infância de uma geração (a qual eu faço parte) e ainda continua encantando. Não sei se o caro leitor sabe, mas Chaves é o único programa do mundo que chegou ao primeiro lugar de audiência em todos os países que passou. Que o diga o SBT, que á décadas tem o Chaves em sua grade de programação, sempre com uma boa audiência.
       Esse ano o programa comemora 40 anos desde a sua estreia. E haverão muitas comemorações em torno dos fãs e o criador do seriado. Mas não é dessas comemorações que quero tratar, neste breve texto. Na verdade, quero mesmo é me juntar ao coro de pessoas que não cansam de elogiar o seriado. O Chaves é simplesmente genial, não tenho medo de dizer! O programa mostra, de uma maneira muito simples, que é possível fazer rir sem ser grosseiro, sem passar por cima de certos limites. 
      Me entendam bem, não sou uma dessas que defende o 100% politicamente correto no humor, acho esse discurso atual de censurar tudo quanto é piada, um saco! Mas a questão é que Chaves é extremamente engraçado e envolvente, sem precisar apelar para a baixaria. É tudo muito simples é bem feito. A gente ri de coisas infantis, como o Chaves lendo errado, a Chiquinha com medo da lagartixa, o Kiko e sua burrice, ou melhor, pouca inteligência (para caso de um "politicamente correto" estar de olho neste post)...
    Em todo caso, o fato é que Chaves tem o poder de nos fazer criança, afinal, mesmo sabendo como começa e termina os episódios, a gente sempre ri! Ou vai me dizer que isso só acontece comigo?!




M.Rosa






                   Bjos, abraços, aperto de mão e parabéns ao nosso Chaves!
domingo, 22 de janeiro de 2012

Orkut - o rejeitado

            Redes sociais são uma febre, hoje mais do que nunca! São um fenômeno comunicativo novo e rico, que ainda estamos começando a explorar. Mas não é bem das potencialidades dessas redes que quero discutir.
            O fato é que o primeira rede social realmente popular de que se tem notícia, no Brasil ao menos, é o Orkut. Nenhum garoto ou garota que se dizia 'conectado', podia não ter um perfil no Orkut. Quando se conhecia alguém e se gostava dessa pessoa, a primeira pergunta era:"Você tem Orkut?!". Mas hoje isso mudou, e muito! Agora ter Orkut é 'mico'. Orkut é sinônimo de pobreza, falta de classe. A minha pergunta é: Por que? Por que que, de uma hora para outra o Orkut se tornou tão mau quisto?
            Muita gente supõe que seja questão de "modinha". Agora o que está na moda é Facebook, então as pessoas migram para um e fala mal de outro, sem o menor remorso. Mas será só isso? Bom...Eu tenho uma teoria! O Orkut, depois que se tornou popular, começou a ser palco de algumas coisas bem ruins e degradantes. Comunidades defendendo desde o racismo até a anorexia. Grupos de criminosos e vândalos marcavam encontros para briga através do site. É claro que esse tipo de coisa pode vir a ocorrer no Facebook também (se é que não ocorre), mas o Orkut acabou estampado na TV e nos jornais como "o site de relacionamento" criminoso.Ou seja, um site que antes era posse da elite, da 'gente de classe', agora estava sendo invadido. Quando o Brasil tomou conhecimento do Facebook viu nele a oportunidade de ser chic e VIP de novo, agora cuspindo no prato que comeu.
              O único problema que vejo nisso tudo é que se associa o marginalidade e os 'maus costumes' a pobreza. Ou seja, se uma pessoa mora na favela, tem que usar Orkut, se mora bem e é  educado, usa Facebook e zoa os ferrados do Orkut. Um aviso:"A favela de hoje foi o condomínio de ontem, e o luxo de hoje, pode ser o lixo de amanhã." Em todos os casos o preconceito e a hipocrisia são gritantes.




Bjos, Abraços, aperto de mão!


                           
             M.Rosa
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Luíza, o Canadá, o BBB, o jornalismo...



     O jornalista Carlos Nascimento disse:" Os problemas brasileiros estão todos resolvidos, ou nós nus tornamos perfeitos idiotas. Não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção de um país inteiro. Primeiro um programa de televisão em que si discute um estupro, por si só já é um absurdo, negado pelos dois protagonistas. Segundo, uma pessoa que ninguém conhece vira uma celebridade na mídia somente porque o nome apareceu milhares de vezes na internet. Luíza já voltou do Canadá. E nós já fomos mais inteligentes."

     Luíza e BBB não são mesmo assuntos que vão mudar o país Carlos, tem razão. Mas e daí? Tudo que dissemos e fazemos agora tem que ter um fundo moral, consciente, revolucionário? Até onde vi, a imprensa também fez seu papel de dar ibope a essas "notícias". Com toda a certeza esse puxão de orelhas de Nascimento, está bem canalizado para a Rede Globo, que deu um destaque absurdo para essa tal de Luíza (que não é e nem nunca fez nada de importante) e que foi a casa (literalmente) onde ocorreu o tal "estupro". Não acho que uma brincadeira de internet mostre que as pessoas estão com os seus problemas resolvidos, mas quando telejornais escolhem fazer entrevistas exclusivas e dar uma importância incrível a algo extremamente vazio, aí está mesmo na hora de repensar as coisas. Acredito que Carlos esteja falando de jornalista pra jornalista. Perguntando a seus colegas e suas emissoras:"Será mesmo que é isso que as pessoas precisam ver no noticiário? Isso é de fato relevante?" E sob este ponto de vista, concordo com ele. Mas não tenho nenhum peso na consciência por ter feito parte da brincadeira com a tal Luíza! Aliás, tá todo mundo comentando o que Carlos Nascimento disse, menos a Luíza, que tá no Canadá! Tá bom, eu sei que ela já voltou.





Bjos, Abraços, aperto de mão!




                            M.Rosa